Índia, Malásia e Turquia entraram na lista de afetados, segundo a OMS.
Número de mortes segue em 72, em México, EUA, Canadá e Costa Rica.
O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo teve um pequeno aumento nas últimas 24 horas, segundo o relatório diário da Organização Mundial da Saúde (OMS). Até as 6h GMT deste domingo (17), havia 8.480 casos em 39 países, com 72 mortes, contra 8.451 casos no dia anterior. Três novos países confirmaram casos no sábado: Índia, Malásia e Turquia.
O México, país em que surgiu a epidemia, tem 2.895 casos confirmados em laboratório, com 66 mortes. Os EUA têm 4.714 casos, com 4 mortes. No Canadá, há 496 casos e uma morte. A Costa Rica tem 9 casos e uma morte.
Também há casos confirmados, sem mortes, nos seguintes países: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (4), Brasil (8) , China (5), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (4), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (7), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (54), Peru (1), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1) e Reino Unido (82).
Clientes e funcionários de mercado na cidade japonesa de Kobe usam máscaras contra o contágio da gripe neste domingo (17).
Um homem do Estado norte-americano do Texas que tinha o vírus da nova gripe morreu , disseram autoridades do Departamento Estadual de Saúde nesta sexta-feira. O caso, que seria o quinto nos EUA, não foi contabilizado ainda pela OMS. O porta-voz do Departamento Estadual de Saúde, Doug McBride, disse que o homem, de 33 anos, morreu antes que a causa da morte pudesse ser atribuída à gripe H1N1.
A Organização Mundial da Saúde alertou contra a "falsa sensação de segurança"por causa do surto aparentemente brando da recém-descoberta gripe H1N1, já que o pior pode ainda não ter passado.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que ainda há "grande incerteza" a respeito dessa cepa do vírus, que poderia representar uma grave ameaça particularmente no Sudeste Asiático.
"Estamos enfrentando um tempo de crise que poderia ter implicações globais", disse ela em uma reunião intergovernamental sobre a preparação contra pandemias, na sede da OMS, em Genebra.




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